Seis estratégias para atingir seu objetivo como líder de faturamento

Confira abaixo as dicas de nossa instrutora Dayana Salles, que te levará a alcançar êxito na Liderança de sua equipe de faturamento:

1.      Treinamento: A falta de treinamento dos membros de sua equipe é como um “tiro no pé”. Um dos maiores problemas que encontramos nas equipes em nossos projetos de consultoria, são profissionais que sequer sabem o que está fazendo. No caso dos hospitais, clínicas e laboratórios, a ausência de conhecimento operacional prejudica muito, pois gera desperdício de tempo e de recursos. Um colaborador que fatura um procedimento, por exemplo, precisa saber o que pode e o que não pode ser cobrado, e por quê? Líderes precisam desenvolver a capacidade de desenvolver seus colaboradores para que eles tenham uma melhor percepção da empresa e do mercado no qual está inserido. Ou seja, a gestão de pessoas está na liderança.

2.      Fluxograma: Crie um fluxograma. O planejamento e a organização do processo de trabalho, garante o cumprimento das diretrizes estabelecidas pela empresa. Utilize de ferramentas de gestão para analisar o desenvolvimento das atividades, no qual revelará problemas no funcionamento do setor, e assim é possível articular ações e buscar soluções e melhores abordagens.

3.      Metas: Detectadas todas as falhas, estipule uma programação para solução de cada uma delas, coloque prazo, acompanhe e tenha como meta a evolução e excelência no envio sem perdas invisíveis ou glosas indevidas.

4.      Prontuário eletrônico: O uso do prontuário eletrônico permite reduzir os processos manuais e evita registros ou interpretações erradas. Além disso, padroniza os dados e os processos, facilitando a conferência de prescrição de procedimentos e de medicamentos, agilizando o processo de autorizações de exames, reduzindo de maneira muito significativa as glosas.

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5.      Gerenciamento: Muitos líderes não estão atentos à importância de identificar e analisar as estatísticas das glosas. Isso acontece por pura falta de treinamento e da não utilização das ferramentas adequadas. A boa gestão e a colaboração da equipe é imprescindível. Utilizando de boa ferramenta é possível delegar, fiscalizar e cobrar com mais segurança, sabendo orientar, solucionar e evitar problemas.

6.      Trabalho em equipe: Muitas conversas entre líderes e liderados são infrutíferas e servem apenas para desabafo. No melhor cenário, o liderado aproveita para desabafar e “delegar para cima”, ou seja, devolve ao chefe a responsabilidade delegada, quando este próprio não assume tal atividade por acreditar que terá melhor desempenho. Umas das minhas sugestões é que os gestores aproveitem as situações de erros e falhas, os trabalhos realizados abaixo da expectativa, as dúvidas do subordinado ou os novos desafios para gerar novos aprendizados em termos práticos. Em cada uma dessas situações, o líder pode definir metas de performance ou de desenvolvimento de competências.

Para manterem-se no mercado competitivo, é necessário a associação de baixo custo com a excelência da qualidade. Frente a isso, torna-se fundamental a busca contínua de melhoria dos processos operacionais, desenvolvimento de pessoas e diminuição de despesas e glosas.

PROATIVIDADE, É O SONHO DE QUALQUER CHEFE COMPETENTE

O que há com os profissionais que não são proativos? Será que não gostam do que fazem? São infelizes? Ou pensam que o trabalho é uma obrigação para pagar as contas no final do mês?

Proatividade significa muita agilidade em apresentar soluções diante de problemas e isso se traduz num comportamento não reativo na busca da definição do problema e da melhor alternativa. Proatividade significa agir rápido com inteligência; identificar a origem do problema e como se diz popularmente: “cortar o mal pela raiz.”
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O líder que "faz acontecer"!

Cada vez com mais frequência, as empresas vêm decretando o fim das divisórias em seus escritórios, com o objetivo de integrar os funcionários num ambiente menos formal e mais transparente. O estímulo ao trabalho em conjunto, contudo, deve obedecer a alguns critérios. O primeiro passo consiste em estabelecer metas e objetivos claros a serem cumpridos pelo grupo ao longo de determinado período. O líder tem a missão de inspirar, incentivar, cobrar e viabilizar as boas ideias.
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FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES INTERNOS

O Brasil é um dos países menos produtivos do mundo. Temos um problema cultural de não investir na nossa força de trabalho. E isto impacta diretamente na produtividade. Na visão das empresas, o investimento no treinamento e desenvolvimento de suas equipes, não é investimento, é gasto. É uma pena… pois já está comprovada. Quanto mais você capacita, quanto mais você treina seus colaboradores, mas eles se tornam produtivos. Nossa cultura corporativa precisa ser repensada e revista em alguns aspectos.
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CURSO – GESTÃO DE PESSOAS EM ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE

Uma empresa pode ter a melhor tecnologia, mas se não tiver uma equipe unida e comprometida com o negócio, não será possível alcançar as metas e os objetivos organizacionais. Gerenciar Pessoas é um desafio em qualquer ambiente profissional, mas em organizações de saúde, as emoções podem exercer uma influência maior.
Por isso o gestor precisa aprender a lidar com as próprias emoções e com as emoções de sua equipe, para extrair o melhor de cada um. Instituições de saúde no mundo todo, estão carentes de gestores emocionalmente competentes. Não basta ter só conhecimento técnico, mas é preciso também saber lidar com as pessoas, que são cheias de sentimentos e emoções.
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